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Zedoária

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Zedoária

Zedoária

 

 

 

Nome científico: Curcuma zedoaria (Christm.) Roscoe.

Família: Zingiberaceae.

Nome botânico aceitável: Curcuma phaeocaulis Valeton.

Outros nomes populares: zedoaria (espanhol), zédoaire (francês), zedoary (inglês), curcuma (italiano).

Constituintes químicos: os rizomas têm:1,0 a 1,5% de óleo essencial (alfa-pineno, cineol, D-cânfora, D-borneol, D-canfeno, ), álcoois sesquiterpenos e zingibereno, amido (50%), mucilagens, alcalóides, resina (3,5%), pigmento curcumina, guaieno, zedoalactona A e B, curcumenona (ciclopropanosisquiterpeno), 2 espirolactonas (curcumanolide A e curcumanolide B); abluminóides; vitaminas: B1, B2, B6; minerais: ca, Mg, Fe, P, Na, K.

Propriedades medicinais: anti-séptica, antifúngica, aromática, carminativa, digestiva, estimulante, estomáquica, hepatoprotetora, renal, antiasmática, febrífuga, vermífuga, anti-reumática, antidispéptica, emenagoga, restauradora, antiflatulenta, colerética, hipocolesterolêmica, antioxidativa, anti-hepatotóxica.

Indicações: bronquite, cálculos renais, úlcera gástrica e duodenais, insônia, colesterol, circulação sangüínea, micoses, aumenta eficácia da quimioterapia e da radioterapia, distúrbios hepáticos, hepatite, resfriados, afecções urinárias, cólica, vômito, tosse, distúrbios menstruais e gastrintestinais, pulmão, dermatose, tônico, estimulante, carminativo, expectorante, diurética, rubefasciente, calmante, colerético, colagogo, anti-séptica, antifúngico, gastrite, mau hálito, intoxicação alimentar, flatulências, gota, cálculos renais; insônia; piorréia alveolar, aumentar a secreção biliar, azia, prisão de ventre, cálculo biliar, depurativo do sangue, antibiótica, deter a produção do elemento TXA2 (principal responsável pela hiperemia na gengiva).

Parte utilizada: rizomas cilíndricos e os ovóides.

Contra-indicações/cuidados: não deve ser usada por gestantes nos três primeiros meses de gravidez e lactantes. Evitar uso externo com exposição solar, pois tanto o rizoma quanto o produto processado são fotossensíveis.

Modo de usar:
Infusão ou decocção a 2,5%: de 50 a 200 ml por dia.
Tintura: 2 a 25 ml por dia ou 1 colher das de sopa do pó em 100 ml de álcool de cereal a 70 graus e 50 ml de água. Deixar macerar por 5 dias. Coar. Tomar 1 colher das de café diluído em um pouco de água, de manhã, em jejum, e antes da principais refeições, para estimular a digestão e regularizar o fígado.
Pó: 1 g por dose, 2 a 3 vezes ao dia ou 1 colher das de sobremesa do pó diluído em água ou suco, antes das principais refeições (para normalizar o colesterol).
3 a 6g/dia na forma de decocção, pó ou pílulas.
Cataplasma, para combater micoses. Aumenta a eficácia da quimioterapia e da radioterapia em tratamentos de câncer.
Infusão:
- fígado: 1 colher das de café do pó ou três fatias pequenas em 1 xícara das de chá de água quente. Abafar por 10 minutos. Coar. Tomar 1 a 2 xícaras ainda morno, antes das principais refeições.
- pulmão: 2 colheres das de sopa do pó ou fatias pequenas em 1 xícara das de chá de água. Abafar por 15 minutos. Coar. Juntar 2 colheres das de sopa de mel. Tomar 2 a 3 colheres das de sopa ao dia (adultos) ou metade (crianças).

Tanto os chás, tinturas e extratos dos rizomas são usados contra bronquites, cálculos renais, úlceras gástricas, insônia, para reduzir a taxa de colesterol no sangue e ativar a circulação sangüínea.

Seu aparecimento originário ocorreu primeiramente na Índia Oriental, e posteriormente chegou ao Brasil – mais precisamente em meados do século XVI – pelas mãos dos colonizadores, que a tornaram amplamente cultivada no país, pois se adaptou perfeitamente ao solo. Apesar do nome incomum, a planta zedoária se tornou grandemente conhecida e disseminada em todo o país, pois possui diversas propriedades medicinais benéficas para o organismo humano que a consome. Sua importância é tamanha, que na primeira edição da Farmacopéia Brasileira. Pode-se identificar a zedoária por suas longas e esverdeadas folhas, assim como por suas flores em formato de espigas. A cânfora e o alecrim são facilmente lembrados quando se sente seu aroma, e seu sabor é picante e levemente amargo.

 

Foto: Reprodução

Propriedades

As principais propriedades da planta zedoária são:

·         Aromáticas;

·         Antifúngicas;

·         Antissépticas;

·         Antiasmáticas;

·         Antirreumáticas;

·         Antidispéptica;

·         Antiflatulenta;

·         Antioxidante;

·         Carminativas;

·         Coléricas;

·         Digestivas;

·         Estimulantes;

·         Estomáquicas;

·         Emenagogas;

·         Febrífugas;

·         Hepatoprotetoras;

·         Hipocolesterolêmica;

·         Renais.

Benefícios

A planta zedoária é de grande eficácia para aliviar os sintomas de doenças respiratórias, como asma, bronquite, resfriados, gripe e tosse; evita e combate infecções urinárias, distúrbios menstruais e gastrintestinais, cólicas, gota, colesterol alto, cálculo biliar e náuseas; reduz o mau hálito; aumenta a eficiência de tratamentos radioterápicos e quimioterápicos, quando ingerida em conjunto com os medicamentos; trata cálculos renais, úlcera gástrica, hepatite e gastrite. Como um calmante natural, auxilia o tratamento de indivíduos que sofrem de hiperatividade, insônia e ansiedade.

Modo de preparo

Para consumir a zedoária, deverá ser preparado o chá de seus rizomas, os quais podem ser encontrados em farmácias e lojas de produtos naturais. Leve ao fogo duas colheres de sopa com o conteúdo da planta, juntamente com um litro de água. Deixe ferver por 10 minutos, então desligue o fogo e abafe o recipiente. Coe e beba o chá de zedoária quando a temperatura estiver adequada para consumo, tomando duas xícaras por dia.

Contra indicações e efeitos colaterais

O consumo de zedoária é contraindicado para gestantes, lactantes e crianças pequenas. Seu consumo exagerado pode causar úlceras e irritações da mucosa estomacal, provocando diarréias, vômito e mal estar.

Curcuma Zedoária

·         Postado poradmincurapelasplantas

Nome cientificoCurcuma zedoaria,

Sinonímia: Cúrcuma ,curcuma; açafrão-da-India, açafroa, gengibre-amarelo, açafrão-da-terra, açafrão, zedoária, falso-açafrão

Composição Química:

Óleo essencial, glicosídeos e corantes, resina, amido, substâncias terpenóides, sais minerais, curcumina (diferuloilmetano, amarelo de turmerico), pigmento azul, e substância de forte poder fungicida, denominado parametoxicinamato de etila.
Botsaris: zederona, zedoarina, furanidiene, curzerene, furanodienoma, isofuranodienoma, curzerenoma, epicurzerenona, curdiona, curcumenol, procurcomenol, isocurcumenol, curcumadiol, curcumina, amido.


Dados para Cultivo

Propagação: rizomas

Espaçamento: 40 x 40 cm

Época de Plantio: em canteiros irrigados: setembro a novembro

Época Colheita: rizomas: junho a agosto; folhas: novembro a abril


Informações Gerais

Contra Indicações:

Em casos de hipersensibilidade seu uso não é indicado (fazer testes de sensibilidade antes de aplicar seu uso). Não é indicado seu uso para mulheres nos três primeiros meses de gravidez e durante o período de lactação. Não usar os extratos na pele exposta ao sol, pois tanto os rizomas como os compostos dele extraídos são fotossensíveis.

UFA-Textos Acadêmicos -Pinto; Santiago; Lameira

Valor Alimenticio:

Na culinária é usada como aromatizante.

Observações:

É um corante natural, é usado na indústria de alimentos, farmacêutica e de tecidos, especialmente de sedas e lãs.


Preparo e Conservação

Forma Conservação: Evitar a exposição dos rizomas ao sol pois são fotosensíveis, que degradam seus compostos.


Uso Medicinal

Uso Principal:

Afecções pulmonares, estomática, digestivo, protetor pulmonar, ativador da função hepática, estimulante da secreção biliar e renal, como expectorante, tosse e bronquite (usar o chá mais forte). Usa-se as folhas e principalmente os rizomas. A tintura é preparada com 20% de raízes secas e moídas em relação ao volume de água mineral [ou sem cloro] para se fazer o chá,ou em extrações mais fortes,deixando-se o rizoma triturado em maceração no álcool (de preferência o de cereais) diluído em 3 partes de água , por 3-5 dias. Os chás são infusões preparados colocando-se água fervente [ou melhor em início de fervura] sobre uma colher de chá de rodelas de rizomas [ou uma colher de café de pó da planta seco e moído] e ingerindo antes das principais refeições. O chá forte, indicado para os casos de infecções pulmonares, como expectorante e bronquite catarral, é feito com maior quantidade de fatias [ou usando-se uma colher colmada de sobremesa em meio litro de água mineral [ou sem cloro] e adicionado-se mel-de-abelhas, para ser tomado na dose de uma colher de sopa, 2-3 vezes ao dia, reduzindo-se esta dose à metade quanto se trata de crianças. Estudos experimentais sobre câncer do cérvix uterino estão mostrando boas perspectivas de atuação desta planta nesta patologia

UFA-Textos Acadêmicos -Pinto; Santiago; Lameira.

Uso Normal:

Uso interno, rizomas, com decocto ou infuso à 10% de rodelas secas [ou pó da planta seco e moido] (100g/litro de água sem cloro [ou mineral]), dose máxima 200 ml/dia do chá preparado: na sinusite, nos processos inflamatórios; abcessos, furúnculos em desenvolvimento, como digestivo estomacal; na prisão de ventre; na flatulência [gases]; normalizador do colesterol; na halitose [mal hálito]; nas bronquites crônicas, como sedativo das tosses, emenagogo, antiespasmódico, carminativo. Auxilia na gastrite e inflamações gastrointestinais. Pode ser consumido o rizoma na forma fresca também em saladas na dose 10 – 20 g por dia. Uso externo (extrato ácido- macerar por 3 dias, 2 colheres de sopa de fatias de rizomas, em 1 xícara de chá contendo vinagre branco de boa qualidade): feridas, escaras, erisipelas, para combater sarnas e piolhos. Nas tinturas alcoólicas deve-se usar 2 a 5 ml até 3 vezes ao dia.
www.plantamed.com.br:
Atua como recuperador de mucosas.
atua na bronquite; atua nos cálculos renais; atua na úlcera gástrica e duodenal; atua na insônia; abaixa colesterol alto; atua na circulação sanguínea; atua nas micoses; aumenta a eficácia da quimioterapia e radioterapia; atua na hepatite; ajuda nas afecções hepática; atua na afecção urinária; ajuda nos vômitos; atua como calmante; atua nas dermatoses; funciona como tônico genérico; atua como planta diurética; atua como colerético; atua como colagoga; é anti séptica; ajuda na intoxicação alimentar; atua na gota; atua no cálculo renal; atua na piorréia alveolar; aumenta a secreção biliar; atua no cálculo biliar; funciona como depurativo; atua na hiperemia da gengiva, pois detem a produção do composto TXA2.
Botsaris indica esta planta usando seu rizoma, em decocção, dose de 3-9 gramas, para: promover circulação sanguinea, angina pectoris; má digestão; efeito antineoplásico [camundongos com hepatoma tiveram efeito terapêutico; assim como em câncer de cérvix uterino, em vários estágios apresentou cura de 50% comprovada por biopsia e esfregaço Papanicolau, outros 22% tiveram melhora marcante]; efeito antimicrobiano[in vitro inibiram crescimento de S. AUREUS, STREPTOCOCCUS B-HAEMOLYTICUS E SALMONELASP, ECHERICHIA COLI, E VIBRIO CHOLERAE]; efeito contraceptivo [extratos isolados e com outras plantas, na dose de 15 g/kg, foram efetivos para inibir implantação de óvulos em camundongos ou provocar aborto em fase inicial de gestação].

UFA-Textos Acadêmicos -Pinto; Santiago; Lameira.

Uso Normal:

Associado ao mel auxilia nas dores da dentição.

Características:

Planta de conhecimento dos egípcios, gregos e romanos. Aparentemente é originária da Grécia, sendo que atualmente a Espanha é o maior produtor e exportador da Europa. Comercialmente é encontrada na forma de massa formada por filamentos de cor castanho-avermelhada ou na de pó. Possui odor forte e sabor picante. Planta herbácea, vivaz, introduzida no Brasil nos tempos coloniais. Suas folhas são longamente pecioladas, invaginantes, grandes, oblongo-lanceoladas. Flores amarelas, pequenas, dispostas em espigas compridas. Tem rizoma de consistência carnosa, de cor intensamente alaranjado. Cultivado em solos férteis, bem drenados, com clima temperado úmido. Seca naturalmente suas folhas no inverno, e fica com aparência de ter fenecido .

 



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