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TIRIRICA

 

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Descrição: tiririca do brejo

Descrição: tiririca do brejo

Descrição: Chufa! A nossa tiririca | Caixa de Anotações

 

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A tiririca se reproduz a partir de seus tubérculos, eles podem permanecer dormentes no solo por longos períodos e podem apresentar diferentes efeitos alelopáticos no desenvolvimento de espécies herbáceas.

Existem pesquisas dizendo que esses tubérculos possuem substâncias que
são inibitórias para algumas plantas cultivadas (alelopatia), mas também há aqueles que afirmam que essas mesmas substâncias podem ser usadas para indução de raízes em estacas, ou seja, atuam como sinergistas do ácido indol acético (IAA), substituindo as auxinas sintéticas (fitohormônios).

São exemplos de auxinas sintéticas:
• Ácido indol butírico (IBA)
• Ácido naftaleno acético (NAA)

A grande questão se dá porque descobriram que há presença de ácido indol acético (IAA) nos tubérculos da tiririca, criando a teoria de que o enraizamento de estacas poderia ser melhorado aplicando-se na base estacas (para reprodução vegetativa) uma solução (suco) feita a partir de tubérculos de tiririca, porém em concentrações não muito altas as quais poderiam se tornar tóxicas para as plantas.

São fatores que afetam o enraizamento de estacas:

  • Tratamento com reguladores vegetais – Também chamados de fitohormônios ou auxinas, que trazem como benefícios:
    • Estimulama a iniciação radicial
    • Promovem o aumento da porcentagem de estacas enraizadas, acelera o tempo de formação das raízes
    • Diminuem a permanência das estacas no leito de enraizamento.
  • Fatores genéticos da planta – Tais como o conteúdo de água e o teor de reservas de nutrientes.
  • Fatores externos – Substrato, umidade, temperatura.
  • Épocas de coleta das estacas – A melhor época do ano pra se coletar estacas varia de espécie para espécie.

Existem muitos trabalhos científicos falando sobre o efeito alelopático da tiririca, já sobre o efeito enraizador do extrato de seus tubérculos é um assunto que se mostra controverso, porque pesquisadores trabalharam com espécies vegetais diferentes e com metodologias diferentes e apenas na menor parte deles o extrato de tubérculos de tiririca mostrou o que chamamos de eficácia agronômica.

Qual sua opinião? O suco de tiririca funciona? Têm alguma experiência prática? Faça comentários, classifique com as estrelinhas, dê sugestões.

 

TIRIRICA DO BREJO

Cyperus rotundus

Descrição : Planta da família das Cyperaceae, também conhecida como junça, hamassuguê, capim-dandá, cebolinha, erva-côco, junça-aromática, tiririca-comum. Produz pequenos tubérculos de alto poder regenerativo ricos em fitormônios, sendo usado inclusive na produção de mudas de outras plantas por estaqueamento. É uma erva daninha de difícil controle no campo, quer seja por controle mecânico ou mesmo por herbicidas. É uma planta herbácea com porte entre 15-50 cm nas condições brasileiras. Pelo intenso desenvolvimento de cadeias de pseudo-tubérculos no solo formam-se clones de considerável tamanho. Dos bulbos basais e tubérculos de tiririca formam-se extensos sistemas de rizomas que se desenvolvem horizontalmente e verticalmente que podem se aprofundar até 40 cm.

Parte utilizada: Rizomas (sem as raízes filamentosas).

Habitat: Originária da índia, é uma invasora cosmopolita, muito disseminada no Brasil.

História: A agressividade e persistência da planta lhe dão fama. Faz parte das farmacopeias aiurvédica e Chinesa.

Origem : Índia.

Princípios Ativos: Macalóides; flavonoides: frutose e glicose; Açúcares: teidos graxos: ácidos linoleico, linolênico, oleanolico, oleico; Óleo essencial: canfeno, copaeno, limoneno, ipereno; Sais minerais: cálcio, magnésio, manganês; ectina; Polifenóis; Fitosteróis; Principais componen-35:1,8-cineol, 4a, 5a-oxidoeudesm-11-eno-3- a-ol, a-iperono, a-rotunol, 13-ciperono, B-pineno, (3-rotunol, l-selineno, ciperono, ciperol, ciperolono, ciperotun-lono, D-copadieno, D-poxiguaieno, gama-cimeno, jociperol, isocobusono, cobusono, mustacone, áci-o mirístico, ácido oleanólico-3-O-neohesperidosídeo, p-cimol, patchuleno, rotundeno, rotundenol, rotundona, selinatrieno, sitodterol, ácido esteárico, sugeonol, sugetriol.

Propriedades medicinais: balsâmica, diaforética, estimulante, adstringente, vermífuga, antiblenorrágica, anti-inflamatória, fortificante, antidiarreica, emenagoga, antidispéptica, antisifilítica, afrodisíaca, infecções urinária, inflamação.

Indicações: infecção urinária, inflamação, dores abdominais, dismenorreia, gastralgia, dispepsia, náusea, vômitos.

Uso pediátrico: As mesmas indicações possíveis

Uso na gestação e na lactação: contraindicada, por seus efeitos emenagogos.

contraindicação: Gravidez.

 

Farmacologia: A planta tem sido estudada por pesquisadores indianos e suas indicações foram comprovadas em estudos laboratoriais.

Modo de usar: 8 a 12g/dia, na forma de decocção, em tintura, pó ou em pílulas.

Posologia: A pasta das batatas da tiririca aplicada sobre as têmporas e demais regiões doloridas é analgésica; A mesma pasta é usada em afecções da pele; O decocto das batatas, 50g frescas ou 30g secas, para cada litro de água, para banho nos pruridos da vagina e da vulva; O decocoto de 10g de batatas frescas ou 5g de batatas secas, geralmente associadas a outras medicinais como gengibre e cravos, mel, para asma e de mais afecções respiratórias; O infuso da planta inteira ou cápsulas da planta inteira em pó são vermífugos.



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