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TILIA

 

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Descrição: arvore tília

 

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Existem mais de quarenta espécies de Tilias na zona temperada do hemisfério norte.  Estão difundidas, tanto em estado silvestre como cultivada, por zonas montanhosas da Europa continental, Cérsega, e região do Cáucaso. Muito cultivada em Portugal. Na América também existem diversas espécies de tílias. Oemprego da tília

  (infusão de flores) como sedativo remonta ao Renascimento, e é hoje um dos remédios vegetais mais utilizados.

Propriedades e Indicações: As flores da tília são uma fonte rica em magnésio, com propriedades sedativas, antiespasmódicas e vasodilatadoras. Têm também mucilagens e pequenas quantidades de tanino, que as tornam emolientes e anti-inflamatórias; e glicósidos flavanóides, que as tornam suavemente diuréticas e sudoríficas. As suas aplicações são muito variadas, mas todas elas giram em torno das suas propriedades sedativas e relaxantes: Afecções do sistema nervoso (excitação nervosa, angústia e ansiedade), insónias, enxaquecas, afeccções respiratórias, cardíacas, digestivas, da pele, etc.

Preparação e emprego: ingerido por infusão de flores, decocção de casca (30g de casca por 1 litro de água durante 10 ou 15 minutos) e por extracto fluido. Também se pode empregar externamente como em banho de flores de tília, e em compressas (para afecções da pele ou para a beleza).

Não há possíveis efeitos secundários que sejam relevantes quer no uso interno quer no uso externo da Tília.

A Tília é uma árvore imponente que pode atingir os quarenta metros de altura e dona de uma longevidade pouco comum: poderá atingir os quinhentos anos.

 

Quer em estado selvagem quer por meio de cultivo, a Tília sendo uma espécie nativa da Europa e da zona oeste da Ásia está, neste momento, difundida principalmente pelas zonas montanhosas da Europa. Planta da família das Tiliáceas, possui cerca de quarenta espécies que se distinguem entre si não pelo formato das flores mas pela forma das folhas que apresenta.

A casca da árvore é lisa e as suas folhas têm a cor verde e apresentam-se tendencialmente em forma de coração e de queda outonal. Porque são ricas em mucilagem e óleos essenciais como o geraniol, o eugenol e farnesol, as flores da Tília produzem um odor muito intenso normalmente descrito como agradável e apresentam-se em grupos de 5 a 10 reunidas num pedúnculo comum que enroupe a meio de uma bráctea, têm 5 sépalas, 5 pétalas e inúmeros estames, sendo a sua cor o branco amarelado. As flores contém também flavonóides, glicósidos, saponinos, taninos e sais de manganês. A floração da árvore é, no entanto, efémera e as suas flores devem ser colhidas durante o mês de Junho.

Após colhidas as flores da Tília devem ser secas à sombra e a sua conservação deverá ser protegida de luz e ar.

Propriedades Medicinais

A infusão, ou chá, feito a partir das flores de tília é muito usada devido ao seu sabor suave às suas propriedades terapêuticas, sendo uma das plantas mais solicitadas em lojas de ervanária. As espécies de Tília que normalmente se utilizam para fins terapêuticos são Tilia X vulgaris, a Tilia platyphyllos scop., a Tilia tomentosa, a Tilia cordata, a Tilia plathyphylos e a Tilia x europaea.

Indicações Terapêuticas

As suas indicações terapêuticas estão identificadas, e, fazendo a ingestão da infusão (uso interno), como sendo diuréticas; sedativas, constituindo ser uma ótima aliada nas dores de cabeça e na indução do sono; anti espasmódicas na medida que produz um efeito relaxante; em problemas do foro emocional acalma sobre-maneira estados de nervos e reduz estados de ansiedade; é vasodilatadora atuando em problemas de circulação e de coração – sobretudo acalmando palpitações. A Tília também pode ser utilizada em uso externo: a casca e as flores da Tília moídas ou trituradas e aplicadas diretamente sobre a zona a tratar ou adicionadas ao banho de imersão atuam em queimaduras, furúnculos e frieiras como um agente anti inflamatório eliminando inchaços e cicatrizando feridas.

Posologia

Como posologia para uso interno é aconselhada uma dose diária de 2 a 4 gramas em infusão que deve ser preparada do seguinte modo: deve verter-se água depois de fervida por cima das flores secas de Tília sendo aconselhado cobrir-se o recipiente para que não se evaporem os princípios ativos e aguardar cerca de 10 minutos antes da sua ingestão. Para a preparação da infusão para uso externo deve juntar-se 300 a 600 g em quatro litros de água, deixar repousar a infusão durante 30 minutos e, posteriormente, adicionar-se à água do banho.

Deve, no entanto, ter-se algumas precauções na sua utilização. O uso continuo da infusão pode causar diminuição da tonicidade do músculo cardíaco e taquicárdias e, porque se podem ingerir pequenos pedaços (minúsculos) de casca da Tília, obstrução das vias biliares.