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Rubi

 

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Resultado de imagem para ruibi para que serve o chá"

Flores do macaé renascem anualmente e possuem uma cor púrpura

Rubim

·         Postado poradmincurapelasplantas

 

Nome cientifico: Leonurus sibiricus L.; Leonurus heterophyllus Sweet.

Sinonímia: Erva-macaé, santos-filho, erva-de-raposa, mamangava, agripalma, erva-das-lavadeiras, isopo, erva-dos-deixados, erva-de-são francisco, cordão-de-são- Francico -do-pequeno, marroio, quinino-dos-pobres, rubim-da-flor roxa, macaé, erva-dos-zangões, joão-magro, mané-magro, pau-pra-tudo, mané-turé, lavantina, levantina, chá-de-frade, erva-de-santo-filho, amor-deixado, pasto-de-abelha, ana-da-costa, estrela

Composição Química:

Óleo essencial , alcalóides (leonuricina e leonurina) ; flavonóides e terpenos, estaquidrina (alcalóide).

Botsaris: leonurina, staquidrina, leonurinina, leonuridina, ácido láurico, ácido linoleico, sitosterolvitaminaA, flavonona, 4-guanidino-1-butanol, 4-guanidino-ácido butírico, staquiose, alcalóide A.


Dados para Cultivo

Propagação: Sementes, expontânea; mudas de pequeno porte.

Espaçamento: Erva espontânea.

Época de Plantio: Erva expontânea; ano todo com irrigação

Época Colheita: Planta inteira, folhas: ano todo; flores: primavera, verão, outono.


Informações Gerais

Contra Indicações:

Não pode ser usado por mulheres grávidas [pois em coelhas de laboratório provocou abortos].

Valor Alimenticio:

Existe indicação para usa-la verde na forma de salada.(www.assimvida.com.br)


Preparo e Conservação

Extrato Peso/Volume: 10


Uso Medicinal

Uso Principal:

Seu uso popular vem desde o ano de 106 DC, com registro na farmacopeia popular, mas sem comprovações científicas ainda. Uso interno, infusão das folhas, 10% peso planta seca / água: específico no tratamento da cefaleia ou enxaqueca, excelente digestivo. Uso externo, banho, infusão: partes inchadas, dores nas costas, varizes. Ver uso associado. Ver contra indicação. Todas as espécies comuns e conhecidas popularmente foram provadas em estudos farmacológicos e deram bons resultados para calmantes do coração e antitrombóticas.

Uso Normal:

Uso interno, uso das folhas, em infusão: embaraços do estômago, gastralgia, dispepsia, malária, gripe intestinal, diurética, baixar a pressão alta (hipertensão), regular a menstruação, eliminar toxinas, respiração penosa, colesterol alto, estimulante da circulação, males cardíacos. Usa-se as flores em infusão, no caso de tosse comprida, e bronquite. Uso externo, infusão: lavar feridas, erisipela, doenças da pele, hemorroidas (banhos). Na forma de infuso, decoto, extrato fluido, tintura, elixir, vinho e xarope, da folhas e sumidades floridas antes de desabrochar, nas febres intermitentes, nas afecção do estômago, vômito, diarreia, como anti-inflamatório; nas tosses com catarros e bronquite, preparar infuso com: 1 colher de sopa de folhas e flores frescas picadas em 1 xícara de chá de água fervente. Tomar de 8 em 8 horas. Usa-se a planta inteira e sementes nos casos de sangramento pós-parto, menstruação excessiva e dolorida, edema, abscessos, problemas renais inclusive cálculos. Recomenda-se usar as partes verdes da planta na reparação de chás. Ver contra-indicação. Informação pessoal indica bons resultados em sudorese localizada (axilas, etc), com uso da formulação em Gel e extrato etanólico de Rubim 10% peso seco/álcool. Botsaris recomenda o seu uso da planta toda, em decoção, dose de 9-30 gramas e 60 gramas em glomerulonefrite. Usos: glomerulonefrite agudas [com bons resultados clínicos e nenhum sequela]; edema generalizado, oliguria, eczema úmidos infectados ou com pruridos; na hipertensão arterial;

Uso Normal:

Para cefaleia associar com Arnica e saião.

Características:

Erva de comportamento anual e bianual, de porte ereto, muito aromática, com hastes de formato quadrangular, bem ramificada, atingindo até 1,1 metros de altura, tem folhas simples, e bem divididas, sendo as superiores menos divididas que as basais, membranáceas, com cor verde mais clara na parte inferior, opostas e pecioladas, flores labiadas de cor azulada-arroxeada (fato que dá seu nome comum –rubim roxo- ), com sépalas rígidas reunidas em inflorescências axilares fasciculadas. É originária da China, Sibéria e Japão, mas aclimatou-se tão bem no Brasil que é considerada atualmente erva daninha nos nossos campos agrícolas. Tem diversas espécies, sendo que a mais comum no Brasil é a Leonurus japonicus, sendo que no hemisfério norte existe a Leonurus cardica que não ocorre no nosso país, que em propriedades semelhantes.