Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: C:\Users\Ervas\Desktop\Ervas Londrina\arnica_arquivos\image002.jpg

Voltar ao menu principal

Rubi

 

Descrição: Descrição: http://www.plantasdaninhas.com/wp-content/uploads/2011/06/leonurus-sibiricus.jpeg

Descrição: Descrição: http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ0FaViHoKruvD9kdKcAdFuNGGOVSbPY2IXDjVvTFow4hr9PsNH

Descrição: Descrição: http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSABWHHuxmzPZL3v9HoeLMIfoNP5_YI-YghiGpjSJcYcd5BKZXeRg

 

 

RUBIM - (Leonurus sibiricus)

 

A erva auxiliar dos pulmões e da artrite

USO MEDICINAL

Essa erva tem um uso muito amplo. É auxiliar do Alecrim, do Licopodium e do Guaco nas afecções pulmonares, ótima para resfriados, gripes, tosses, e principalmente para pessoas que se resfriam com freqüência.

Também auxilia no reumatismo e na artrite, em uso interno e externo sob forma de pomada.

Alivia dores de contusões e torceduras.

É anti diarreica, abaixa a febre e aumenta o apetite e a resistência de crianças que estão constantemente resfriadas e com bronquite.

 

USO ENERGÉTICO

O Rubim é a erva da paciência. É ótima para os muito agitados e ansiosos, os que trabalham com doentes, e por isso têm que desenvolver muita paciência e cuidados.

Atua em quem nunca tem tempo para esperar e se sente angustiado quando as coisas anda mais devagar do que programou.

 

OUTROS USOS

O Rubim é uma erva que se encontra com muita facilidade. Mora em terrenos baldios e descampados.

Pode ser usada sob forma de chá forte para banhos de imersão, escalda pés e compressas, para quem sofre de angústia e cansaço excessivo, e sente que as pessoas com quem lida no trabalho lhe "roubam "energia vital.

AC¸ AO ALELOP ˜ ATICA DE EXTRATOS DE RUBIM ( ´ LEONURUS SIBIRICUS) NA GERMINAC¸ AO E CRESCIMENTO INICIAL DE AGRI ˜ AO, FEIJ ˜ AO E MILHO. ˜ Isabela da Cruz Bonatto Cyntia Maria Wachowicz; Lays Cherobim Parolin Laborat´orio de Fisiologia Vegetal / CCBS / Pontifícia Universidade Católica do Paraná / Curitiba - PR isabelabonatto@yahoo.com.br

INTRODUC¸ AO˜ A espécie Loura sibiricus, conhecida popularmente por erva - Macaé ou Rubim, pertence à família Labiatae (Lamiaceae) e ordem Lamiales, ´e uma erva anual ou bianual, muito aromática, nativa da China, Sibéria e Japão e naturalizada em quase todo território brasileiro, principalmente no Sul e no Sudeste. Está presente em áreas abandonadas e apresenta crescimento espontâneo. Esta erva tem importância medicinal, com a utilização de seus ´órgãos na medicina popular (Lorenz; Matos, 2002). A espécie tem interesse também na área agrícola, pois e considerada invasora quando cresce em lavouras (Lorenz; Matos, 2002). A introdução de espécies vindas de outras regiões em qualquer ecossistema pode ter impactos desastrosos sobre o ambiente e afetar atividades econômicas ali realizadas. Além disso, ´e uma ameaça `a biodiversidade, que não recebe a atenção adequada em muitos países (Ziller, 2001). Segundo Larcher (2000), as plantas dessa família produzem terpenoides e substâncias fenólicas com efeitos alopáticos, característica que pode ampliar o potencial de invasão de uma planta (Ziller, 2001). A alopatia pode ser definida como o efeito de uma planta no crescimento e estabelecimento de outra (incluindo microrganismos) através da liberação de compostos químicos para o ambiente (Rice, 1984). Essa e uma área emergente da ecofisiologia, sendo de grande importância para o manejo agrícola, florestal e na horticultura, onde substâncias químicas presentes no meio podem influenciar cultivos (Ferreira; Aquila, 2000). Além disso, estudos sobre o mecanismo de ação de espécies que apresentam compostos químicos responsáveis por alopatia, são importantes uma vez que poderão ser utilizados no potencial desenvolvimento de herbicidas biodegradáveis, entre outras aplicações (Vyvyan, 2002). Em pesquisas anteriores com extratos de Louros sibiricus, compostos fenolicos foram encontrados nas folhas, raízes e sementes da espécie (Almeida et al., 005). OBJETIVOS O objetivo do presente trabalho e o estudo da atividade alopática das partes aéreas e subterrâneas de Louros sibiricus, avaliando as possíveis alterações na germinação, crescimento inicial e massa de matéria seca das espécies escolhidas para os testes: milho (Zea mays) pertecente a família Gramínea (Poaceae), feijão (Phaseolus vulgaris) da família Leguminosa (Fabaceae) e agrião d’água (Nasturtium officinale) da família Crucíferas (Brassicaceae). MATERIAL E MÉTODOS As plantas de Rubim (Louros sibiricus) foram plantadas em abril de 2008, com sementes coletadas na região do município de Campo Magro, Paraná. Tais sementes foram colocadas para germinar em vasos e em área aberta, regadas todos os dias, sendo cultivadas até junho, mês em que foi realizada a coleta das plantas para preparação dos extratos brutos aquosos. As plantas de L. sibiricus foram retiradas dos vasos com o auxílio de uma mangueira, para se preservar as partes aéreas unidas com as subterrâneas. As plantas retiradas foram transportadas até o laboratório de Fisiologia Vegetal da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Campus Curitiba. No laboratório, as plantas foram limpas em água corrente e as partes aéreas foram separadas das raízes, com o auxilio de uma tesoura de poda. Com ajuda de papel toalha, as partes aéreas e subterrâneas foram pressionadas para se tirar o excesso de umidade. Este material vegetal foi pesado, sendo separados 300 g de raízes e 300 g de folhas e caules clorofilados. O procedimento para o preparo do extrato aquoso foi equivalente para as partes aéreas e subterrâneas, o qual consistiu em colocar 300g em um litro de água destilada, bater em liquidificador até verificar consistência homogênea (cerca da 4 min). Os líquidos homogêneos obtidos foram centrifugados em centrifuga HT TDL80 - 2B, durante 1 minuto a 4000 giros por segundo. Depois de centrifugados, tanto o Extrato Anais do IX Congresso de Ecologia do Brasil, 13 a 17 de Setembro de 2009, São Lourenço - MG 1 Bruto Aquoso (EBA) das raízes quanto o EBA das partes aéreas foram separados em duas diferentes concentrações: 100% e 50% (com dissolução em água deionizada). O ensaio biológico consistiu em preparar 25 gerbox para cada espécie de sementes (agrião, feijão e milho) cada uma com 25 sementes. As sementes foram submetidas a tratamento com hipocloridio de sódio, sendo divididas em cinco grupos para cada espécie em teste. Os extratos brutos aquosos foram aplicados no um dia em que as sementes foram colocadas para germinar, com o objetivo de se avaliar a germinação e o crescimento inicial das plântulas. Para o controle, aplicou - se apenas água destilada e nos outros foram aplicados, com auxílio de uma pipeta, 10ml de extrato. Os ensaios permaneceram cinco dias na câmara de germinação, e ao final deste período foram avaliados os seguintes parâmetros: numero de sementes germinadas (sendo consideradas germinadas aquelas que apresentavam protrusão da radícula superior a 0,5cm.), comprimento da maior radícula (em centímetros) e comprimento da parte aérea, sendo registradas estas medidas de todas as sementes germinadas. Após o registro desses dados, colocou - se o material de cada caixa gerbox em embalagens de papel, para obtenção de matéria seca (como realizado no ensaio anterior). Os dados foram submetidos ao teste “F” da análise de variâncias. As concentrações crescentes de EBA foram avaliadas pela análise de tendência. As m´medias obtidas para diferentes extratos foram submetidas ao Teste de Tukey, em n´nível de 5% de significância (Gomes, 1987). Os programas utilizados para tais análises estatísticas foram o Microsoft Excel 2003 e Assista-te 7.5 Beta. RESULTADOS Os resultados foram registrados após cinco dias da instalação do experimento. Em relação à germinação, em agrião e milho foi observada uma redução da mesma com extratos com concentração a 50% e 100% das partes aéreas, sendo mais acentuado no segundo (Agrião m´media de 31% de germinação contra 87% nos tratamentos controle e milho 31% contra 70% nas placas controle). Em relação `a influencia no crescimento das partes aéreas e subterrâneas, se verificou a ação do extrato aquoso de Rubim para as três espécies avaliadas, mas considerando que cada uma reagiu de maneira diferente. Quanto ao crescimento aéreo, o feijão apresentou maiores m´medias em tratamentos com concentrações intermediárias de extrato aquoso de Rubim (50% EBA - PA e 50% EBA - PS), sendo tais valores maiores do que aos do grupo controle. Já o milho apresentou as maiores m´medias nos tratamentos com EBA - PS tanto a 50% ou a 100% (1,64 ± 1,85cm e 1,98 ± 1,77cm, respectivamente). Tais valores também ultrapassaram o valor m´médio dos tratamentos controle. Em agrião, os tratamentos com EBA - PA mostraram certa diminuição no crescimento, chegando a apresentar m´media 0cm em EBA - PA a concentração de 100% , com maiores valores no controle. Em relação ao crescimento radicular, este foi maior nos tratamentos com EBA - PA a 50% em milho e feijão. Em agrião o grupo controle ainda obteve maiores valores, tanto em relação aos extratos de partes subterrâneas quanto aos de partes aéreas de Rubim. Em milho e feijão também foram observados maiores valores de comprimento radicular com os extratos de partes subterrâneas, com um valor chegando a ser mais do que duas vezes maior para EBA - PS a 50% em relação ao controle. Quanto amassa seca resultante dos tratamentos, verificou - se os menores valores, para todas as espécies em teste (agrião, feijão e milho) quando tratadas com EBA das partes aéreas de L. sibiricus. Verificou - se que muitas vezes ocorreu um padrão diferente de padro amento aos alelo químicos de Rubim em agrião em relação a feijão e milho. Tais fatores podem estar relacionados ao limite de resposta da planta sob seu efeito que, apesar de não constante, está relacionado à sensibilidade da espécie receptora aos processos de desenvolvimento da planta e as condições externas (Interjet., 2001; Souza Filho e Alves, 2002; Interjet. e Duke, 2003). Miró et al., 1998) e Santos et al., 2002) observaram maior sensibilidade das raízes a influencia alopática de extratos, fato esse também verificado nas sementes de milho e feijão. Plântulas anormais com radícula necrosada também foram observadas em milho, nas concentrações a 50% e 100% de EBA de partes aéreas. Além de efeitos no crescimento inicial, seja no comprimento da parte aérea ou radícula, como já citado anteriormente. A quantidade de raízes laterais também foi maior em feijão e milho, quando em contato com EBA das partes subterrâneas, assim como quantidade de pelos absorventes e incorporação de matéria seca pelas plântulas. Estes são considerados critérios alopáticos, mostrando a ação alopática de L. sibiricus. Tais modificações podem ser resultantes de vários processos fisiológicos das plantas que são afetados pela atividade de alelo química, que podem interferir na atividade hormonal, na síntese e distribuição de metabólicos, na fotossíntese, na respiração mitocondrial e na morfologia celular (Interjet. e Duke, 2003; Weir et al., 004) como consequências aparecem os danos celulares, podendo ocorrer alterações morfológicas no vegetal (Ferreira e Aquila, 2004; Ferreira, 2004). ´ Segundo Almeida et al., (2003a), o extrato aquoso das partes foliares de Rubim pode inibir até 50% a germinação e velocidade da mesma em milho. Além disso, em seus estudos as plântulas de milho apresentaram redução de matéria seca, o que também ocorreu no presente trabalho. O mesmo autor, em estudo com germinação e desenvolvimento inicial de pepino, afirmou a existência de flavonoides na composição das folhas de L. sibiricus, os quais agem atrasando e retardando o desenvolvimento de plântulas de pepino. As frações flavonoıdicas, de extrato hidro alcóolico de Rubim, reduzem a germinação e inibem hidro alcóolico de raízes de pepino (Almeida et al., 003b). Os compostos fenólicos, como o acido cafeico, também foram encontrados nas folhas, raízes e sementes de Rubim (Almeida et al., 006), que segundo Mandal (2001), aumenta a germinação de arroz, trigo e mostarda. Da mesma maneira, estudos mostram que a diversidade de estruturas químicas possibilita diferentes atividades biológicas, através do arranjo entre hidroxilas e carboniza com esqueletos carbônicos (Bradow, 1991). Anais do IX Congresso de Ecologia do Brasil, 13 a 17 de Setembro de 2009, São Lourenço - MG 2

Pedido Fone 43 3325 5103

Pedido