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KAVA KAVA

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O uso da kava-kava contra ansiedade, seus benefícios e riscos

Com o nome científico de Piper methysticum, a kava kava pertence à família Piperaceae, a mesma família das pimentas. Com origem na Polinésia (sul do Pacífico) a planta era utilizada já há centenas de anos – estima-se que em torno de três mil anos – atrás para diversas finalidades no mínimo curiosas: as mulheres nativas das ilhas costumavam mascar as raízes e folhas da kava kava para que fosse formada uma massa, a qual cuspiam num vasilhame e misturariam com sucos de frutas, leite de côco e água, preparando assim um coquetel que seria servido em ocasiões especiais, como nascimentos, funerais e casamentos; a planta também fazia parte de rituais de danças religiosas e cerimoniais, pois produzia um efeito relaxante que era interpretado pelos presentes como uma espécie de transe. Fato é que, apesar da pouca informação e tecnologia disponíveis naquela época, não se conheciam relatos de que a kava kava houvesse causado mal a alguém. Assim, em 1775, durante uma viagem pelas Ilhas da Oceania, um europeu tomou conhecimento da planta e resolveu exportá-la. Tinha início a jornada da kava kava pelo mundo. A produção da kava kava permanece restrita às ilhas do Pacífico, mas agora seu extrato é exportado para diversos países, como Canadá, Austrália, Reino Unido e Brasil.

Kava-kava é uma ótima alternativa para alguns casos de desajuste nervoso mas, seu uso deve ser cuidadoso pois, alguns efeitos colaterais mais sérios, como hepatotoxicidade, podem ser verificados em alguns casos. Então, antes de tomar, leia este artigo.

O que é a Kava-kava

Kava-kava é uma pimenta (Piper methysticum) originária da Polinésia, que tem sido usada, para cura e cerimônias religiosas, há mais de 3 mil anos, por suas propriedades sedativas e relaxantes. Desde o final dos anos 1990, a kava-kava vem sendo usada em tratamentos de ansiedade, tensão nervosa, agitação e insônia, por seu efeito relaxante sobre os músculos, particularmente útil em casos de estresse. Leia mais aqui.

Há quase 20 anos que a kava-kava se mantêm nas listas dos 10 medicamentos fitoterápicos mais vendidos no Brasil para situações de ansiedade e estresse. Seu uso já é consagrado inclusive por muitos médicos da medicina tradicional mas, é preciso cautela tanto na dosagem quanto na continuidade e frequência de seu uso. “A Kava-Kava é a erva mais relaxante que existe, com exceção da papoila do ópio. Estudos farmacológicos mostram que os ingredientes ativos da Kava-Kava – as cavalactonas – produzem relaxamento físico e mental e uma sensação de bem-estar” (leia mais aqui).

Cuidados no uso da kava-kava

Como já foi dito, a kava-kava é potente, quase tanto quanto o opium. Porém, não causa dependência e é considerada fito-terapeuticamente segura, desde que se conheça a procedência e se respeitem as dosagens. Mas, saiba que a kava-kava não é legal em todos os países e, muitas vezes você só poderá comprar esse produto com receita médica.

uso prolongado da kava-kava pode causar hipertensão, redução dos níveis de proteínas, anomalias nas células sanguíneas, ou problemas de fígado. A toxicidade da kava-kava é aumentada com a ingestão de bebidas alcoólicas e, se tomar kava-kava, não dirija pois seus reflexos estarão reduzidos.

Não é aconselhável seu uso durante a gravides ou lactância e nem em crianças menores de 12 anos.

Apesar de ser recomendada em tratamentos para depressão, a literatura desaconselha pois seu efeito, poderosamente relaxante, pode não se adequar à situação depressiva do paciente criando um risco desnecessário.

E se você tem alguma debilidade hepática, evite o uso de kava-kava.

Contra-indicações: em doses elevadas a kava-kava pode provocar enfraquecimento muscular, debilidade visual, tonturas e outras situações incômodas. Ao tomar kava-kava observe suas reações pessoais e mantenha a dosagem adequada, recomendada pelo médico. Mas se sentir efeitos como dormência da língua, secura da garganta ou tremores, saiba que já está excedendo a “boa dose” para seu organismo se você busca tratamento para ansiedade.