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ERVA STA. MARIA

 

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Nome popular: Erva-de-santa-maria.

Nome científico: Chenopodium ambrisioides L.

Família: Chenopodiaceae.

Origem: América Central e do Sul.

Propriedades: Estomáquica, anti-reumática, e anti-helmíntica

Características: Erva perene ou anual, com até 1 metro de altura. Seus frutos são pequenos, ricos em óleo, e são facilmente confundidos com sementes. A planta toda tem cheiro forte e desagradável bem característico. 

Cresce espontaneamente no sul e sudeste do Brasil, onde é considerada planta daninha. Seu cultivo no Brasil é restrito às hortas caseiras. Esta planta está relacionada nos levantamentos da Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das mais utilizadas entre os remédios tradicionais no mundo inteiro. Seu extrato possui ação fungicida comprovada sobre alguns fungos que atacam plantas cultivadas.

Parte usada: Folhas.

Usos: Na medicina popular brasileira é tida como estomáquica, anti-reumática, e anti-helmíntica. Seu óleo essencial foi usado por décadas para eliminar vermes intestinais, mas foi gradualmente substituído por outros químicos mais eficientes e seguros. Em testes realizados em porcos, não foi detectada qualquer ação vermífuga da planta.

Forma de uso / dosagem indicada: O sumo extraído de suas folhas, associado a um pouco de leite, é famoso nas práticas caseiras como remédio para tratar gripe, bronquite e tuberculose. A planta triturada é usada no tratamento de contusões e fraturas, por meio de compressas ou ataduras.

Referências bibliográficas: 
Lorenzi, H. et al. 2002. Plantas Medicinais no Brasil.
Vieira, L. S. 1992. Fitoterapia da Amazônia.

OUTROS NOMES: Erva formigueira, erva-vomiqueira. No norte do Pais e erva chamá-se mentruz ou mastruço; no sul mastruço é outra planta.

USO MEDICINAL: É empregada para afugentar pulgas e percevejos. Para este fim, nossos cablocos costumam varrer seus cômodos com os ramos desta planta colocando-se também sob os colchões. Para se conseguir uma uma essência inseticida ativa costuma-se destilar somente as sementes limpas desta erva em banho-maria, ou seja, Por meio do vapor. A proporção que se emprega é de 1-3 por mil. Pode-se, no entanto, destilar toda a planta, para obter um bom inseticida.

Esta erva no Brasil é muito famosa como vermífuga. Aliás a maior parte dos vermífugos são compostos de erva de santa Maria.

A dose que se recomenda para este fim, é de 10 gramas de folhas para um litro de água. Costuma tomar-se um gole de hora em hora. Depois de se tomar o chá desta erva, tomam-se umas colheres de óleo de ríncio.

Fazemos estas referências, só porque o uso desta planta para combater vermes, inclusive a tênia (solitária), é muito generalizando no Brasil. Caso contrário, não a incluiríamos aqui. As plantas venenosas preferimos deixar de lado, porque o seu uso, ainda que em doses pequenas possa trazer algum benefício, é perigoso.

É também indicada para combater a dança de são vito e usada empiricamente contra a tuberculose, (Uma colher de sopa de sumo em jejum).

É geralmente conhecido o efeito abortivo desta planta. Portanto as mulheres grávidas não devem usa-la de maneira alguma.

Não se ignora tampouco que dose mais ou menos fortes as essência desta erva, quando usada para combater vermes, trazem doenças e algumas vezes até a morte.

PARTE USADA: Folhas, sumidades floridas, sementes, por infusão.

DOSE: 10 gramas em 1 litro de água; 3 xícaras por dia, não se deve ir além desta dose.

 

 

Pedido Fone: 43 3325 5103