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CARRAPETA VERDADEIRA

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CARRAPETA-VERDADEIRA

(Guarea trichilioides L.). Planta essencialmente medicinal. É árvore regular, medindo até 20m de altura e 50cm de diámetro, casca cinzenta, lisa e pouco fendida, espessa; ramos vermelho-escuros, lenticelados e glabros folhas de 40cm pecioladas, abrupto-pinadas, 6-10 jugos, compostas de folíolos opostos, curto-peciolados, elípticos ou obovado-oblongos ou oblongo-lanceolados, curto-agudo-cúspides no ápice e agudos na base, até 30cm de comprimento e 8cm de largura, com 12-14 nervuras alternadas, glabros ñas duas páginas quando adultos.

Gitó-carrapeta \u2013 bilreiro: É de hábito ritualístico empregá-la em banhos de limpeza e purificação dos filhos do orixá a que se destina. O povo indica na cura de moléstia dos olhos. Não aconselhamos o uso interno.

 

Gitócarrapeta - Sua utilização se restringe ao uso litúrgico e ritualístico. É largamente empregada nos banhos de limpeza e purificação do orixá. Usada também em banhos de cabeça para desenvolver a vidência, audição e intuição.

Guarea guidonia, conhecida popularmente como carrapeta-verdadeira, entre outros nomes[1], é uma planta da família das meliáceas que se distribui desde a Costa Rica e Panamá até ao Paraguai e Argentina. Ocorre nas matas de quase todo o Brasil, sendo abundante na Amazónia, até ao Rio de Janeiro. Chega a atingir 25 a 30 metros de altura e 1 metro de diâmetro de tronco à altura do peito de um homem. A sua casca é utilizada para fins medicinais, tendo propriedades vermífugasfebrífugaslaxantes e adstringentes. A sua madeira, branca, é muito valorizada. A sua folhagem é densa. As folhas são penadas, com 8 a 20 folíolos verde-escuros que podem chegar até aos 30 cm e dispõem-se alternadamente. As flores são brancas e dispõem-se em panículas pilosas em forma de pirâmide. Os frutos são cápsulas globosas, amareladas, com sementes avermelhadas. Tem recebido vários nomes científicos

Carrapeta

Ocorrência: da Costa Rica e Panamá até ao Paraguai e Argentina. Ocorre nas matas de quase todo o Brasil, sendo abundante na Amazónia , até ao Rio de Janeiro.

Outros nomes: marinheiro, camboatã, carrapeta-verdaeira, açafroa, bilreiro, canjerana miúda, cedrão, cedro branco, cedrorana, macuqueiro, jitó, guaré, jata[ubá, pau bala, jataúba branca, pau de sabão, taúva, peloteira.

Família: Meliaceae

Características

Atinge de 25 a 30 m de altura e 1 m de diâmetro de tronco. Ramos jovens densamente ou esparsamente pubescentes, tornando-se glabros depois de velhos, casca de coloração acastanhada e lenticelas pálidas. A sua folhagem é densa.

Folhas compostas, de 30 a 40 cm de comprimento, com 6 a 10 pares de folíolos, opostos, elípticos, oblongos ou lanceolados, ápice atenuado ou acuminado base aguda, cartáceos ou suboriáceos glabros.

As flores são brancas, pequeninas, perfumadas, dispondo-se em panículas pilosas em forma de pirâmide.

Os frutos são cápsulas globosas, amareladas, pequenas, com 2 a 4 lojas cada uma com uma semente avermelhada evolta por arilo da mesma coloração com sementes avermelhadas. Um Kg de sementes contém aproximadamente 2.600 unidades.

Habitat: matas de galeria.

Propagação: sementes.

Madeira: moderadamente pesada, dura, resistente, elástica, aromática, de grande durabilidade mesmo quando em contato com o solo e a umidade.

Utilidade

A casca é utilizada para fins medicinais, tendo propriedades vermífugas, febrífugas, laxantes e adstringentes, no tratameto de dores e tensão no globo ocular e conjuntivite. As cascas e raízes são usadas para provocarem vômitos, também possue ação sobre o útero e são utilizadas para estimular a menstruação.

A sua madeira, branca, é muito valorizada. É própria para construção civil e naval, carpintaria, obras internas, para confecção de vagões e carrocerias, caixotaria, forros, caixilhos de portas e janelas, etc.

A árvore além de ornamental proporciona ótima sombra, podendo ser empregada no paisagismo rural e urbano.

Suas folhas são consideradas tóxicas para o gado.

Os frutos são avidamente procurados por espécies da fauna, que também contribuem para a sua disseminação, tornando a planta útil para plantios mistos em áreas degradadas de preservação permanente.

Florescimento: dezembro a abril.

Frutificação: junho a dezembro.

Carrapeta

Nome científico: Guarea guidonia

Nomes populares: Marinheiro-do-mato (RNC), canjerana-miúda, marinheiro

Tipo: Planta, Árvore.

Sinonímias: Guarea alba C. DC., Guarea alternans C. DC., Guarea campestris C. DC., Melia guara Jacq., Samyda guidonia L., Sycocarpus rusbyi Britton., Trichilia guara (Jacq.) L..

Família: Meliaceae.

Nomes populares: marinheiro, camboatã, carrapeta-verdadeira, açafroa, bilreiro, canjerana-miúda, cedrão, cedro-branco, cedrorana, macuqueiro, jitó, guaré, jataúba, pau-bala, jataúba-branca, pau-de-sabão, taúva, peloteira (ES).

Altura: 20 m.

Diâmetro: 10 m.

Ambiente: Pleno Sol.

Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical, Tropical de altitude.

Origem: Região Sudeste, Região Centro-Oeste, Região Norte, Região Nordeste.

Persistência das folhas: Permanente.

Obs: Possui madeira própria para a construção civil e naval.

Carrapeta – Guarea guidonia

Carrapeta – Guarea guidonia, é uma árvore conhecida como carrapeta, é uma espé cie da família das Meliáceas.

Sua distribuição ocorre em diversos países da América Central e América do Sul, dentre os quais podemos destacar a Costa Rica e o Panamá na América Central e o Paraguai, Argentina e o Brasil na América do Sul.

O corre em quase todas as florestas do território brasileiro e pode atingir aproximadament e até 25 metros, com 40 a 60 centímetros de diâmetro.

Suas folhas compostas de 30-40 centíme tros de comprimento, com 6-10 pares de folíolos de 15 a 20 centímetros.

É uma espécie pion eira, ou seja, sua germinação se dá apenas em áreas abertas, em condição de sol pleno. Na situ ação das florestas urbanas do Rio de Janeiro, a mesma é uma espécie extremamente frequen te em função de seu uso pretérito para plantio de cana e café a partir do século XIX.

Descrição da Espécie

Árvore perenifólia, heliófita, espécie secundária inicial. Sua altura atinge até 20 m e seu diâmetro até 50 cm.

Folhas: Compostas com 5-10 pares de folíolos.

Flores: brancas

Fruto: Cápsula globosa ou elipsoide.

Floração: Janeiro/Março.

Frutificação: Outubro/Novembro.

Ocorrência: Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Mista, de Minas Gerais a Santa Catarina.

Paisagístico: Devido á sombra que proporciona é muito usada no paisagismo.

Utilização: Construção civil, naval, carpintaria, confecções de vagões.

Ocorrência – Região amazônica até Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul, em várias formações florestais. É particularmente frequente na floresta latifoliada semidecídua da bacia do Paraná.

Informações ecológicas

Planta perenifólia, heliófita, seletiva higrófica, característica das matas de galeria.

Sua dispersão é maior em formações secundárias localizadas ao longo de rios, planícies aluviais e fundo de vales.

No interior da floresta primária densa sua frequência é menor. Produz anualmente grande quantidade de sementes viáveis.