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CAMBARÁ

 

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  • Nome Científico: Lantana camara
  • Sinonímia: Lantana aculeata, Lantana mista, Lantana armata
  • Nome Popular: Cambará, cambarazinho, lantana-cambará, verbena-arbustiva, cambará-miúdo, cambará-de-cheiro, cambará-verdadeiro
  • Família: Verbenaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: América Central e América do Sul
  • Ciclo de Vida: Perene

Arbusto florífero de efeito muito ornamental, o cambará é excelente para a formação de maciços e bordaduras. Suas folhas são muito pilosas e os seus ramos flexíveis podem ser eretos ou semipendentes. As inflorescências são compostas numerosas flores, formando mini-buquês das mais variadas cores, como laranja, rosa, vermelho, amarelo e branco; sendo comum observar, na mesma inflorescência, flores com colorações diferentes.

Deve ser cultivado a pleno sol, em solo fértil enriquecido com composto orgânico, com regas periódicas. Tem grande potencial invasivo, tornando-se daninha em determinadas situações. Também é considerada planta tóxica e sua utilização terapêutica deve ter acompanhamento médico. Tolerante ao frio e às podas. Multiplica-se por estacas e sementes.

Medicinal
  • Indicações:  Infecções respiratórias, alergias respiratórias, reumatismo, febre, infecções de ouvido.
  • Propriedades: Balsâmico, diurético, estimulante, expectorante, sudorífera, tônico
  • Partes usadas:  Folhas

MEDICINA

 

Pesquisadores confirmam propriedades medicinais do Cambará e o estudo será divulgado internacionalmente

Descrição: http://www.uniplac.rct-sc.br/noticias/fotos/2481_crop.jpg

Estudo das propriedades antiespasmódica do cambará. Esse é título do primeiro trabalho laboratorial elaborado pelo curso de Medicina da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac) e divulgado internacionalmente. Depois de dois anos de pesquisa, o professor e farmacologista, Valfredo Schlemper, juntamente com a professora Suzana Regina Melo e o estudante Samuel Antonio Freitas, comprovam cientificamente, e pela primeira vez, o poder medicinal do cambará, planta encontrada exclusivamente na Floresta das Araucárias da região Serrana Catarinense, hoje em extinção, devido sua utilização para a produção de palanques, que delimitam as fazendas da região.

Segundo os pesquisadores, a partir dos relatos étinico-botânicos com as populações caboclas, indígenas e os tropeiros que passaram pela região foi que se deu início efetivamente à pesquisa. O material para os estudos foram coletas no interior do município de Bom Retiro. “Temos a preocupação de utilizar plantas puras, sem a contaminação de beira de estrada”, diz Samuel. Depois disso, as folhas foram processadas no laboratório de farmacologia e posteriormente o extrato bruto aplicado no órgão isolado, ou seja, no músculo liso do intestino e pulmão da cobaia. “Ano que vem, pretendemos fazer o teste no pulmão do bovino”, adianta Schlemper.

Esse é primeiro relato sobre as propriedades medicinais do cambará, planta que sempre foi usado pelos serranos para prevenir a ocorrência asma e bronquite. O estudo realizado na Uniplac será divulgado na primeira edição da revista científica americana Research Journal of Medicinal Plant de 2011. “Só não conseguimos publicar neste ano por conta da grande quantidade de material aprovado pela revista para as edições de 2010”.

Essas descobertas na atualidade são de suma importância, pois estão em concordância com o Plano Nacional de Fitoterapicos, instituído pele Ministério da Saúde, que incentiva a pesquisa científica no Brasil e prevê que até 2015 pelo menos duas plantas de cada bioma brasileiro transformem em fitoterapicos reconhecidos. “Na Floresta das Araucárias está tudo por ser descoberto, existe um grande potencial futuro neste campo e é necessário o desenvolvimento de políticas públicas de ciência e tecnologia regionais que avalanquem esse processo”, afirma o professor citando os exemplos do Instituto Federal de Santa Catarina, em Urupema, com a abertura do curso de Fitoterapia e aprovação do projeto de lei na Câmara de Vereadores de Joinvile que institui a política municipal de plantas medicinais e fitoterapicos.

O grupo pretende dar continuidade a pesquisa com o cambará para saber se há outras propriedades medicinais, como a antihipercolesterolêmico, ideal para o controle dos níveis de colesterol e os triglicerideos no sangue.

Publicado em 24/09/2010 por Assessoria de Comunicação Social.

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