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Cabreúva

 

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Cabreúva - Família Leguminosae-Papilionoideae

Nome popular : cabreúva-vermelha, bálsamo(MG, MS), cabreúva, óleo-vermelho, óleo-cabreúva(SP), sangue-de-gato.

Nome científico: "Myroxylon peruiferum L.f."

Características Gerais: Altura de 10-20 m, com tronco de 60-80 cm, tendo com ocorrência os Estados da BA e ES e zona da mata de MG.

Fenologia: Floresce nos meses de Jul-Set a maturação dos frutos no mês de outubro-novembro.

Obtenção de sementes: Colher os frutos quando iniciarem a abertura espontânea e liberação das sementes ou colher do chão após a queda sendo que os frutos podem ser plantados diretamente, uma vez que a retirada das sementes é praticamente impossível, sendo que 1 quilograma contém 1.700 unidades

A cistite é uma inflamação na bexiga, causada por bactérias presentes no intestino.

Geralmente o principal sintoma apresentados costuma ser a dor, ardência ao urinar ou aumento da freqüência de micção e febre.

Por causa da dor, algumas pessoas passam a interromper o ato de urinar logo nos primeiros jatos. Desse modo, a bexiga não é esvaziada e sente-se vontade de urinar frequentemente.

Segundo o Farmacêutico e Bioquímico, Dr. Marcos Stern, "para combater a Cistite (inflamação da bexiga e da uretra), é bom beber chás diuréticos que ajudam a limpar o sistema urinário."

Como exemplos, o doutor cita:
- Chá de Douradinha do Campo, infusão das folhas da planta;
- Chá de Quebra-Pedra, que pode ser feito com toda a planta e
- Chá da folha de Cabreúva.

Lembre-se de consultar o médico regularmente.  

Uso Medicinal

Uso Principal:

O uso da folhas, frutos e da sua resina (denominada no mundo inteiro (“bálsamo-de-tolu”), já ha séculos pelos povos formadores do México e América Central, destina-se a ajudar: asma, reumatismo, catarro e feridas externas. Os índios da Amazônia tem usado sua resina para: abcessos, asma, bronquite, catarro, dor-de-cabeça, reumatismo, torcicolo. O estudo do uso do bálsamo pelos indígenas, promoveu a inclusão desta planta na Farmacopeia Alemã no século XVII, sendo então exportado para a Europa para ser usado como: bactericida, fungicida, parasiticida para sarnas, impinges, bicho-de-pé, ulcerações superficiais, racs e frieiras. A inclusão na Farmacopeia Americana ocorreu em 1820 para ser usado: bronquite, laringite, dismenorreia, disenteria, leucorreia. Atualmente a estes usos, soma-se: como expectorante, afecções das vias urinárias (chá de 1 colher de sopa de folhas picadas, dose 1 xícara de chá, 2 vezes ao dia, por 5 dias)

Características:

Árvore de médio porte, semidecídua, copa arredondada, pouco densa, tronco cilíndrico, cor cinza, nativa de todo Brasil, e América do Sul. Tronco e ramos quando ferido liberam uma resina denominada “bálsamo”, conhecido internacionalmente como “bálsamo-de-tolu (que era o porto pelo qual era exportado para a Europa). Folhas compostas, pinadas com 9-13 folíolos, flores esbranquiçadas, perfume suave, colocadas em panículas terminais, frutos são sâmaras com forte aroma de cumarina. Sementes aladas.

Foto: